| 05/10/2012 |
A natureza é sempre o celeiro abençoado de lições maternais. Em seus círculos de serviço, coisa alguma permanece sem propósito, sem finalidade justa.
Nela vemos o ensino de tudo: qualquer elemento, qualquer coisa, uma paisagem, a árvore, o rio, a fonte, tudo nos dá lições, quando vestidos com a virtude da humildade, sem visões estreitas, lemos o livro de Deus. Chico Xavier, sempre inspirado, certa feita, passando por sobre uma ponte, lembrou desse poema. Ponte silenciosa, no esforço fiel e ativo, é um apelo à lei de amor, sempre novo, sempre vivo. Vendo-a nobre e generosa, servindo sem altivez, convém saber se já fomos como a ponte alguma vez. E nós? Já servimos de ponte em algum momento? Já servimos de conciliador em alguma discussão ou querela entre duas pessoas? Já ajudamos alguém a atravessar os rios da ignorância e o conduzimos às margens seguras do conhecimento? Já servimos de ponte entre o desespero e o consolo? Já estendemos nossas mãos amparando alguém na travessia de momentos de tormento? Já fomos ponte entre as coisas da Terra e o Criador, ensinando alguém a orar com fé, com o coração? Já fomos ponte entre os olhos baixos e um sorriso sincero? Quantas vezes podemos ser pontes e deixamos passar a oportunidade... Ser esse elo de ligação entre duas situações opostas, entre duas realidades, entre dois lugares ou estados d´alma, é missão importantíssima. Inspiremo-nos na ideia dessa construção fascinante e sua função nobre, servindo sem esperar aplauso ou temer reproche - a ponte silenciosa. Sejamos ponte e estendamo-nos com alegria para todos os que estejam ao nosso redor. Que bela ponte foi o querido Chico Xavier, unindo dois mundos através de sua mediunidade bendita. Quantos corações consolados... Quantas mentes esclarecidas com a realidade do mundo espiritual, que coexiste com o nosso, desde sempre. Serviu sorrindo e amando cada ser que atravessava por ela. * * * |
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Você já serviu de ponte?
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